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Últimas opiniões enviadas

  • O Melhor do Cinema

    É sério mesmo que Jake, Toni, Rene e Malkovich se meteram neste novo fiasco da Netflix? Sim, pode acreditar. A impressão que eu tenho é de que assinaram o contrato sem antes ler o roteiro de VELVET BUZZSAW (2019). Ou, como nós mortais, os boletos estão batendo à porta. Na trama, que tenta (e falha com louvor) ser um terror/suspense, o mercado de arte contemporânea é questionado e colocado à prova após a descoberta de um artista para lá de sombrio, que decreta vingança contra aqueles que lucraram em cima de suas obras viscerais - em todos os sentidos. A gente não tem dúvida de que a crítica a essa mercantilização voraz vale a pena ser discutida, mas a obra de Gilroy não a explora em profundidade e, além de desperdiçar um elencão, tem uma mensagem exageradamente confusa. Se, como diz o personagem de Gyllenhaal, "uma crítica ruim é melhor do que mergulhar na grande saturação do anonimato", aí vai a minha crítica ruim, só que ela não salvará Velvet Buzzsaw do (meu) esquecimento.
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  • O Melhor do Cinema

    Willem Dafoe é o pintor holandês pós-impressionista Vincent van Gogh neste drama biográfico de Julian Schnabel que demora tanto a terminar. NO PORTAL DA ETERNIDADE (At Eternity's Gate, 2018) retrata os últimos anos de um dos artistas mais geniais e perturbados da história, que cortou a própria orelha e morreu acreditando ser medíocre. O resultado é um filme lento, pesado e pretensioso, que só ganha relevância pelo desempenho comprometido de Willem Dafoe, rendendo uma merecida indicação ao Oscar. O foco aqui está mais na arte do que no gênio das telas e sua loucura; em sua capacidade de ver o que os outros não enxergam e de ser um pintor para pessoas que ainda não existem. Transmitido através de closes frontais, diálogos em looping, imagens sobrepostas, foco difuso e cores desbotadas, No Portal da Eternidade não passa de uma série confusa de fragmentos dos meses finais - e mais produtivos - de Van Gogh em Arles, sul da França, que só fará sentido àqueles que já tiverem familiaridade com sua biografia. Se Dafoe merecia uma obra melhor, imagina então Van Gogh. É o mínimo que os fãs, de ambos, como eu, esperavam.
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  • O Melhor do Cinema

    DUMPLIN' (2018) abraça o amor americano inesgotável por Dolly Parton e uma mensagem fortalecedora de autoaceitação. Usando sua música para impulsionar a história de Willowdean, a adaptação do romance de Julie Murphy centra sua dramédia em torno dos relacionamentos da garota fora dos padrões que resolve participar de um concurso de beleza. Ele mergulha na sua melhor amizade, no distanciamento com a mãe, na falta da tia recém-falecida e no romance com seu colega de trabalho. Todas essas relações moldaram sua heroína exatamente como ela é hoje, e por mais previsíveis que sejam seus eventos, eles são agradáveis, reconfortantes e educativos. Dumplin’ pode ter sido menos do que o esperado (por mim), mas seria uma injustiça não reconhecer que é um filme adolescente de bem-estar, com uma tonelada de afeto e boa música.
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